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Viajar sozinha: sim ou não?

por Miss Fox, em 28.09.16

Viajar ou não sozinha é a minha grande dúvida existencial neste momento. As minhas férias aproximam-se e os planos já foram feitos e desfeitos, as datas já foram alteradas e reorganizadas, o destino foi escolhido e alterado e voltei novamento ao inicio. 

Quero muito sair de Lisboa dois ou três dias no mínimo, fugir da minha rotina, descansar a cabeça (mais do que o corpo), ver algo novo, cultivar-me, tenho essa sede mas neste momento estou com um pé de um lado da questão e outro de outro. Quero ir, acho que consigo fazer isto sozinha mas ao mesmo tempo algo me retrai, sinto um certo receio. Será que consigo mesmo? Será que vai correu bem? Não sei. Penso que sim mas não sei. Não consigo ter uma certeza absoluta que me faça avançar para a compra dos bilhetes. E o tempo passa e tenho uma viagem para organizar que não sei se a consigo fazer...

Nunca fui além de me meter sozinha num avião e ir ao encontro de alguém. Uma coisa é saber que chego ao destino e tenho alguém à minha espera no aeroporto e mesmo que tenha de ficar sozinha durante algum tempo nessa viagem esse tempo vai ser mínimo. 

Ir e estar completamente por minha conta numa cidade totalmente desconhecida para mim é um pouco assustador. Há momentos nas viagens que pensamos "sozinha é que eu estava bem", podemos ir onde queremos e fazer o que queremos sem o escrutínio de outra pessoas, sem o choque de ideias e de gostos e sem discussões de onde comer e que monumentos ver, etc... Esta parte é de facto aliciante mas dar-me conta de que não vou ter ninguém com quem conversar, partilhar ideias e até discutir sobre A ou B assusta-me. A ideia de uma mulher sozinha é pouco recomendável aos olhos da maioria. 

Grrr..... não sei mesmo o que fazer. Sim, não? Fariam? Já fizeram? O que me dizem?

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traveling around | quero mais de ti Porto

por Miss Fox, em 17.09.16

Há uma semana rumei ao norte para um fim-de-semana prolongado naquela cidade a que chamam de Invicta. Porto. O Porto.

Na minha primeira incursão pelo Porto, a minha versão adolescente não morreu nem um pouco de amores pela cidade mas com o passar dos anos a vontade de voltar e de redescobrir a cidade foi aumentando e hoje a minha versão refinada ( não quero ser presunçosa mas acho que estou bem melhor) com quase 30 anos anisava por este momento de reencontro. Pela descoberta dos sítios que me chamam, que vão de encontro ao que sou hoje, à vida que levo e ao que quero continuar a ser. 

Cheguei bem cedo naquela sexta-feira, e ao atravessar a ponte e ter aquela vista foi uma promessa imediata "isto vai ser bom".  - Acho que o facto de ter ido de comboio também deu um toque especial. -

A cidade já estava num ritmo frenético quando cheguei à estação de São Bento o primeiro impacto -além do friozinho - com a rua foi tão "isto é o Porto" .

Foram três dias em cheio, como é óbvio levei a minha listinha de onde ir, o que fazer e onde comer mas também como é óbvio os planos nunca saem à risca e não risquei todos os itens da lista. Mas pensando bem, preciso de um motivo para regressar.

Fiz o obrigatório roteiro turístico, dos Aliados aos Clérigos. Da Cedofeita ao Palácio de Cristal. Da Mouzinho da Silveira à Ribeira. Da Ponte D.Luís a Gaia. Da Casa da Música a Serralves. E tantas mais pedras da calçada que percorri, quase sempre a pé. Fiz km no Porto, mas a meu ver é a melhor forma de conhecer um lugar. 

Descobri tantos sítios fantásticos, outros não consegui ir infelizmente. 

Um cappuccino no Costa. Pequeno-almoço na Casinha Boutique Café. Almoço (com direito a francesinha para quem gosta) no Café Luso. Comprar chocolates na Chocolateria Equador. Tomar um café de frente para a livraria Lello. Espreitar a Feira do Livro num dos locais mais encantadores do Porto com uma vista deslumbrante para o rio Douro. Atravessar a ponte a pé e passear pelo cais de Gaia. Almoço de domingo na Foz.

Poderia dizer tantas mais coisas sobre estes três dias mas acho que dizer que adorei cada pedacinho e que voltei com a sensação de que quero mais é suficiente. Falhei alguns itens da minha lista, daqueles obrigatórios e é quase vergonhoso dizer que não consegui ir aqui e ali mas assim tenho a melhor das desculpas para agendar já a próxima viagem para norte.

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travel planning

por Miss Fox, em 28.08.16

Viajar. Seis letras que formam uma palavra tão mágica.

Quem não gosta?

Viajar é maravilhoso, mesmo que o destino não fique a mais de 200 ou 300km de distância. Planear a viagem é que por vezes se torna na parte mais "custosa" ( nem sei se a palavra existe), o inicio desse processo,  pelo menos, custa um pouco a desenvolver. Assim que se começa, que se pega, o entusiasmo toma conta de nós e o que parecia uma obrigação torna-se prazeroso. Pode até mesmo dizer-se que a viagem começa logo ali com o inicio dos planos, da organização do roteiro...

Neste momento estou desesperadamente a precisar de férias, que só vão chegar em outubro. Mas como até lá é um pulinho já há alguns dias que tenho andado a pensar no destino para poder começar a planear a viagem. Posso dizer que estou 90% decidida.

Entretanto surgiu-me a possibilidade de uma escapadinha de fim-de-semana até ao Porto muito muito em breve. Por isso, os planos de férias vão ter de ceder o lugar aos planos de fim-de-semana e assim de um momento para o outro tenho de organizar dois dias no Porto. Por acaso é algo que queria fazer há algum tempo e esteve quase para acontecer em junho, mas não aconteceu... será que é desta?! 

Mão à obra... rumo ao Porto.

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bonjour

por Miss Fox, em 08.05.16

Não desapareci. Vim só dar um saltinho à Suíça e aos Alpes e amanhã estarei de volta à realidade. Quem já espreitou o Instagram já sabia por onde tenho andado, quem não espreitou está sempre a tempo. Irei postanto algumas fotos sempre que for possível. Tive uma sorte dos diabos com o tempo, têm estado dias de sol fantásticos. As montanhas e o Lago Genève são uma pequena grande maravilha. Depois conto mais... Bom domingo!

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coisas minhas | 5

por Miss Fox, em 30.04.16

Viagem à porta significa malas para fazer. Neste caso apenas no singular, mala, uma única mala de cabine. Grande problema de qualquer mulher, meter a panóplia de coisas e coisinhas de que sempre necessitamos lá dentro. 

Principal preocupação neste momento, o meu eterno stress "que peças levar?" "que outfits escolher?".

Essencialmente preciso de looks casual e confortáveis mas também de algo mais elaborado para sair à noite.

Ando há dias a pensar no assunto e hoje passei grande parte da tarde a entrar e sair de lojas à procura de alguns básicos e... pouco ou nada encontrei. O grande problema aqui é que o tempo para onde vou está algo instável, as temperaturas oscilam bastante e no mesmo dia posso ter as 4 estações.

 

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viajar? sim, por favor!

por Miss Fox, em 26.04.16

Lembram-se de eu ter mencionado aqui, o facto de já estar com saudades de uma escapadinha?

Quem tem o bichinho das viagens sabe do que estou a falar. Passaram três semanas e essa sensação continuo em mim. E a verdade é que só tenho férias em junho mas, como a vida dá voltas e faz com que coisas completamente inesperadas aconteçam... vou me escapar durante uns dias. Em breve, muito em breve... para um sítio muito giro.

É talvez algo imprudente da minha parte nesta altura do campeonato estar a fazer isto (abrir os cordões à minha pequenina bolsa) mas, há oportunidades que temos de agarrar e dizer que não a uma viagem custa muito e eu não resisti a esta - ter amigos a viver fora tem as suas vantagens -.

Resta saber para onde vou, não é? 

Revelarei quando regressar e resolver contar-vos tudo sobre o meu roteiro. Até lá podem sempre ir espreitando algumas fotos no Instagram.

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já com saudades de viajar?

por Miss Fox, em 08.04.16

Passou quase um mês desde que tirei uns dias de férias e viajei com a minha BF para a Bélgica. Soube-me divinamente afastar-me da rotina, do trabalho, de tudo por uns dias e amei cada pedacinho desse tempo passado na Bélgica - mesmo que por momentos quase que tenhamos arrancado os cabelos uma à outra por coisas estúpidas, principalmente perdermo-nos - cada sítio que descobrimos, cada gouffre que comemos, cada chocolaterie que admirámos, cada ângulo captado numa foto.

Escapadinhas destas são ar que nos entra no pulmões, uma lufada de energia para voltar à realidade. Hoje, passado quase um mês, estou numa fase cansativa e esgotante a nível profissional e talvez por isso me tenha batido esta nostalgia, esta saudade de uma escapadinha. Fazer a mala e voar daqui para fora, mesmo que seja "vá para fora cá dentro", o facto de escapar da rotina já sabia bem. 

Faltam dois meses para as minhas próximas férias, ainda não decidi o que fazer, que destino tomar mas preciso de me afastar e respirar outros ares. Quero, preciso, gosto disso. Fazer a mala e partir com o estômago cheio de borboletas e a adrenalina a instalar-se com a vontade de conhecer e viver algo novo.

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No passado dia 10 rumei até à capital da Europa, Bruxelas, para um fim-de-semana prolongado. Juntamente com a minha companheira de aventuras, a minha mais que tudo, a minha BF, embarcámos numa aventura de 3 dias e meio por terras belgas e agora vou contar-vos um pouco como foi.

Bruxelas

Chegada

Chegámos ao aeroporto de Bruxelas - Zaventem - com 30 minutos de atraso, o que nos transtornou um pouco os planos mas nada que não se resolvesse. O aeroporto fica a 12km (+/-) de Bruxelas e é bastante simples chegar ao centro da cidade em pouco tempo. Existe um terminal de autocarros no piso 0 e uma estação de comboios no piso -1, assim como táxis também no piso 0. É fácil encontrar o acesso aos transportes, apesar de termos de andar bastante dentro do aeroporto. Nós optámos pelo comboio, por ser mais rápido, para quem prefere chegar rápido à cidade é a melhor opção. Os comboios têm como destino as principais estações e o bilhete custa cerca de 8€ independentemente do destino (Gare de Nord, Central ou Midi), os comboios partem de 15 em 15 minutos +/-.

Estadia

Para a estadia optámos por um apartamento através do Airbnb. Os preços praticados são ótimos e podemos desfrutar do conforto e do acolhimento de uma casa, viver a experiência de conviver com alguém que vive na cidade e partilhar o seu espaço. Ficámos alojadas num apartamento super acolhedor, propriedade do Stefaan, situado na zona norte da cidade, Laeken. O Stefaan recebeu-nos muito bem, colocou-se a nossa disposição e inclusive foi-nos buscar à Gare de Nord de carro (verdadeiro gentleman). Estávamos um pouco afastadas do centro mas facilmente nos deslocávamos e em pouco mais de 10 minutos estávamos na Grand Place, usando o metro.

Metro

Para ser sincera, não gostei do metro. Apesar de ter poucas linhas e de estas não se estenderem por toda a cidade, portanto não seria suposto ser complicado, a verdade é que o primeiro impacto é de uma confusão gigante. É super confuso. As linhas cruzam-se entre si e fazem o mesmo percurso ao longo de várias estações. Uma dica que vos dou é, estudar muito bem o mapa do metro antes e ter a máxima atenção aos cruzamentos entre as linhas. Na mesma linha passam dois metros diferentes e para saber qual vai passar e qual é o que queremos apanhar temos de ver as placas informativas e ver onde a luz de acende. 

Claro que no inicio nos baralhámos imenso e nos enganámos algumas vezes, mas no segundo dia já estávamos à vontade.

Na linha 6 (azul) as carruagens são velhas e muito sujas - detestei - e para abrir as portas temos de usar o manipulo porque só o fecho é que é automático.

O metro é de facto a forma mais fácil de chegarmos onde queremos, mais bem sinalizada, mas se conseguirem utilizem os tram ao máximo. 

Turistar pela cidade

Três dias e meio não é muito tempo para visitar uma cidade, ainda mais se esse tempo tiver de ser dividido por duas. O nosso roteiro tinha como destino Bruxelas mas quisemos também visitar Bruges e escolhemos o sábado para o fazer.

Por Bruxelas, visitámos a maioria dos locais mais turísticos e acabámos também por descobrir alguns espaços bem interessantes. A cidade é pequena e o tempo que disponhamos foi bem aproveitado e suficiente.

O primeiro local que visitámos, já ao final da tarde, foi obrigatoriamente a Grand Place (Grote Markt). Esta praça é o coração de Bruxelas e é considerada a praça mais bela do mundo, nela encontramos o King's Palace e a Town Hall entre outros edifícios datados do séc. XVII. Tê-la visitado pela primeira vez ao pôr-do-sol e com a iluminação de rua a ser ligada pouco depois foi fantástico, a luz de final de dia a incidir nos edifícios finamente decorados com dourados é deslumbrante. Sentimo-nos pequeninos no meio da praça rodeados pelos prédios e pela enorme torre. Podemos encontrar aqui os melhores restaurantes, lojas de chocolates, o Hard Rock Café Brussels, o Museu da Cerveja e também a (uma das) Starbucks. Opções não faltam. As ruas circundantes à praça levam-nos a descobrir alguns icons da cidade como o famoso Manneken Pis e as Comic Book Walls. Les Galeries Royales Saint-Hubert são um local de passagem também obrigatório, pelo simbolismo.

Bem perto da Grand Place encontramos o Mont des Arts que nos conduz até a Rue Ravenstein onde podemos encontrar inúmeros museus como o Magritte, o Museu dos Instrumentos Musicais, o Museu das Belas Artes entre muitos outros e também o Royal Palace of Bruxelles.

Se continuarem nessa rota vão chegar à Rue de la Régence que vos conduzirá ao Grand Sablon. Na Place du Grand Sablon encontram diversas lojas, restaurantes e a Igreja de Nossa Senhora do Sablon.

Para quem gosta de fazer compras não podem deixar de visitar a Avenue Louise, mas não façam como nós, não a visitem ao domingo. Não fazíamos ideia e demos de caras com as lojas todas encerradas. 

Para quem tem uma carteira à altura a Boulevard de Waterloo é o local. Chanel, Cartier e Louis Vuitton são alguns dos nomes que por lá se encontram.

Se estiverem nesta zona sigam a Rue des Quatre Bras, passem pelo Palácio da Justiça e irão encontrar uma das vistas mais bonitas sobre a cidade junto ao Monument à la Gloire de l'Infanterie Belge. 

Obrigatório, Parc du Cinquentenaire.

Se quiserem aventurar-se e caminhar bastante, o Parc de Laeken é um boa opção, aí encontra-se o monumento a Leopold I, as Estufas Reais... 

A alguns metros avistamos um dos mais famosos monumentos de Bruxelas, o Atomium

Como já mencionei, Bruxelas é uma cidade relativamente pequena e ao andarmos um pouco a pé, ao visitar um local acabamos por descobrir outro, continuamos a andar e quando damos por isso estamos no local A ou B (se é que me faço entender). E partindo à aventura neste sentido, de ir andando e descobrindo, encontramos locais interessantes desconhecidos (para nós) e é essa a magia de uma viagem, de descobrir uma cidade. Há sempre algo a descobrir.

Recomendo

Maison Dandoy. As melhores waffles da cidade (minha opinião). Na Rue Charles Buls (perto do Manneken Pis) existe a Tea Room onde encontram waffles, café, chá, gelados... Na Rue ao Beurre (Grand Place) é a Maison propriamente dita, com uma fachada lindíssima e recheada das melhores bolachas belgas. Não podem deixar de provar uma bolacha típica belga chamada spéculoos. Divinal.

Le Comptoir de Mathilde. A loja de chocolate mais TOP de todas, pode não ser a que tem o chocolate de melhor qualidade, pode não ser a mais gourmet mas é para mim a melhor loja de Bruxelas. O espaço em si é giro mas giro, o cheiro a chocolate é maravilhoso e os produtos são de babar... O chocolate quente é obrigatório provar. E vão por mim, vão querer provar e trazer convosco o creme para barrar feito com a bolacha spéculoos. Infelizmente cometi a asneira de meter na mala (levei apenas bagagem de mão) o pote que comprei e foi-me confiscado no aeroporto.

Pierre Marcolini. Se gostam não só de chocolate mas também de macarons, este é um dos locais a não perder. Porque não há só a Ladurée no que diz respeito a macarons. Visitem a loja das Galerias Saint-Hubert (o empregado é bem giro ahah).

La Brouette. Este restaurante situado na Grand Place, mesmo ao lado da Starbucks, é uma excelente escolha se quiserem provar a gastronomia belga. Os mexilhões são um clássico, eu não gosto mas a minha BF provou e aprovou. A minha escolha recaiu sobre um Flamish beef stew que adorei, com um molho de cerveja muito bom e acompanhado obviamente pelas belgian fries - vão comer muitas belgian fries -. O restaurante é muito bonito, muito acolhedor, no inverno é otimo porque tem lareira no meio da sala, os empregados foram cinco estrelas e a comida deliciosa. Preços? Muito acessíveis.

Café Capitale. Esta coffee shop foi uma descoberta inesperada. Numa manhã de domingo bastante fria, ao percorrer algumas ruas em busca das famosas pinturas esbarramos com este espaço, alternativo, trendy, giríssimo e muito cosy. Um café vinha mesmo a calhar, entrámos, vimos e gostámos. Existem três em toda a cidade. 

Chaff. Situado na Place Jeu de Balle, este bistro, resto e bar tem uma atmosfera muito cool quer queiram almoçar, tomar um brunch de domingo ou simplesmente beber um café ou uma cerveja. E se estiver sol a esplanada é otima. Aviso: Ao domingo realiza-se uma feira da ladra na praça e há imensa gente na rua por isso se quiserem passar por lá e apanhar mesa vão cedo.

Pin Pon. Em frente ao Chaff no outro lado da praça encontram o bistro Pin Pon, este espaço é um pouco mais sofisticado, mas ainda assim com o mesmo ambiente descontraído. Os preços dos pratos andam à volta dos 20€.

The Delirium Tremes Café. Se quiserem experimentar as cervejas belgas este é o espaço indicado. Situa-se no Impasse de La Fidélité (Rue des Bouchers) mesmo em frente ao famoso Jeanneke Pis.

(Eu não gosto de cerveja mas provei um pouquinho de uma e não foi desagradável de todo).

TinTin Boutique. Quer gostem ou não de B.D. a loja do Tintin é um espaço a visitar. Esta personagem é o grande icon da B.D. franco-belga e na boutique encontram desde livros, a bonecos de coleção, a t-shirts, etc... os preços são elevados por isso preparem-se para abrir os cordões à bolsa se quiserem trazer uma lembrança.

Bruges

O dia que dedicámos a Bruges foi o sábado. Apanhámos o comboio na Gare du Midi e em menos de uma hora estávamos no nosso destino. Os comboios para Bruges partem ao minuto 4 de cada hora e ao minuto 51. Ao minuto 4 o destino final é Oostende e ao minuto 51 é Knokke. Bruges é a segunda paragem, a primeira é Gent. O bilhete de ida e volta custou 15.20€ e não temos hora marcada, apanhamos o comboio que nos "der mais jeito".

Ao sair da estação não precisamos de apanhar nenhum outro transporte, seguindo em frente e percorrendo as ruas vamos dar ao centro da cidade, da parte histórica que é a zona de interesse. O encanto de Bruges está na zona histórica com os seu edifícios extremamente bem preservados, os canais que percorrem a cidade, e a sensação de que estamos no meio de uma história da Disney e a qualquer momento iremos encontrar um princesa à janela ou um príncipe a cavalo pelas ruas. 

Em Bruges percorrem-se as ruas a pé, sem mapa, sem destino especifico, apenas descobrindo um espaço aqui outro ali. Os monumentos principais estão na praça da cidade, a Grote Markt onde encontramos o Belfort que proporciona uma vista panorâmica da cidade se quiserem subir os mais de 300 degraus até ao cimo e esperar numa interminável fila.

Essencialmente o bom de Bruges é descontrair e caminhar sem direção. Relaxar e desfrutar da paisagem. Podem fazer passeios de barco nos canais, 30 minutos por 8€ ou um passeio de charrete. Restaurantes e lojas não faltam por isso é escolher o que mais agrada. Aproveitem as esplanadas com vista para os canais.

Recomendo

Choco-Story. Museu do chocolate. Mais não é preciso dizer.

2be - The Beer Wall. O nome diz tudo. Cerveja. 

Patisserie Academie. Passamos na montra e ficamos a babar. A pastelaria tem fabrico próprio, os bolos e os doces são otimos e o espaço é muito agradável. Se puderem vão para a esplanada ou peçam para levar porque o serviço na pastelaria custa 1.50€ e na esplanada 0.50€. 

Dille & Kamille. Esta loja de decor é muito, mas mesmo muito gira. Vale a pena espreitar.

Concluindo... A viagem foi curta mas soube muito bem. Viajar é renovador, para a alma para o conhecimento, para tudo e quando o fazemos com a nossa melhor amiga melhor ainda. Percalços? Claro que os houve, que piada teria se não os houvesse? Bruxelas não tem o encanto de Paris, nem a luz de Lisboa, nem o trendy de Londres, nem a movida Madrilena mas é uma cidade agradável, com as suas particularidades e acrescenta-nos sempre algo de bom. Nem que seja o chocolate (ahah)... Gostei. Se quiserem um aventura de 3 ou 4 dias é perfeitamente possível. Basta ir...

belgium.jpg

 P.S: Mais fotos aqui

 

 

 

 

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